quinta-feira, 9 de junho de 2011

Mãe de árbitro sofre...


Hoje, eu falarei sobre algo muito polêmico. Algo que realmente mexe com a emoção de qualquer um que goste de ver a bola rolar...

Arbitragem...

Mas, antes de começar a escrever, gostaria de lhes fazer umas breves perguntas:

- Você, caro cidadão brasileiro, morador do município do Rio de Janeiro, saberia anda por toda a cidade, sem se perder por momento algum? (caso você não seja um GPS, acredito que a resposta seja não).

- Você, caro acadêmico de qualquer curso, seria capaz de conhecer, exercer ou praticar com perfeição, todos os assunto relacionados à sua ciência estudada?

- Você, caro condutor habilitado, seria capaz de dirigir em alta velocidade, por uma via desconhecida (acidentada ou não), sem cometer qualquer equívoco?

Pois é. Acredito que nenhuma das três opções sejam respondidas com um “sim”, pois, mesmo você tendo o hábito de e a experiência de andar pela nossa cidade por muito tempo, ou em alguns casos, a vida toda, não detém todo o conhecimento. Mesmo se dedicando, estudando e tendo totais condições de se aprofundar nos conhecimentos de algum assunto, não se consegue total conhecimento sobre determinada área acadêmica (física, química, medicina, biologia e etc). Mesmo tendo habilidade, percepção e hábito em dirigir, não se consegue êxito total, quando se está lidando com situações com alta necessidade de atenção e espontaneidade.

Tudo isso, é pra você pensar duas vezes, antes de criticar qualquer árbitro, pois, pra quem exerce uma atividade não profissionalizada, aonde, se é necessário dividir o tempo para preparo, estudo, reciclagem e treinamento, com uma atividade remunerada a qual lhe dê o pão de cada dia.

Como podemos exigir de seres humanos normais, passível de falhas, como qualquer um outro, atuações impecáveis? Como podemos exigir que um bandeirinha, acerte impedimentos de 30cm em uma distância de 30 metros? Como podemos exigir perfeita percepção de lances que acontecem em milésimos de segundos? Ainda mais se tratando de um profissional AMADOR (isso não é só no Brasil). Um pai de família, que faz como bico, arbitragens de partidas que envolvem milhares e até milhões de reais.

A decisão de lances que decidem carreiras, investimentos, emoções e status, nas mãos de um amador? Sim, tanto é possível, quanto real. Falta a profissionalização da arbitragem.

É necessário, é digno e inteligente! Se quisermos atuações de melhor qualidade, precisamos qualificar nossos profissionais, pois, enquanto não tivermos profissionais dedicados única e exclusivamente à arbitragem, teremos atuações lamentáveis e na melhor das hipóteses, levemente imperfeitas.

Sou totalmente a favor do uso de tecnologias. Acredito que as inovações tecnológicas poderiam ajudar de diversas formas, tanto na ratificação de legítimos gols, quanto na diminuição de erros causados pela limitação humana, como por exemplo, na precisão da marcação de impedimentos. Acredito que a Sra. FIFA, poderia pensar melhor nesses casos, pra não passar mais vergonha.

Já passou da hora de diminuir o argumento da arbitragem, quando um time perde!

5 comentários:

  1. Eu vou continuar cornetando a arbitragem! =)

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  2. Eu pensei que vc fosse falar de mamilos... =/
    Decepção...

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  3. E eu pensei que fosse rolar algum palavrão!

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  4. Mas concordo com você! (Apesar de não entender muito e ter o sonho de saber explicar como acontece o tal impedimento.)

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  5. A solução è simples, mas resolvendo isso dificultaria muito a manipulação do resultado rsrs

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