Finalmente tomei coragem e vou postar o meu primeiro texto aqui no Señor Dud´s. Durante a semana faremos a apresentação do nosso staff atual, por isso não vou me apresentar de fato. Vamos ao que interessa, ou melhor, o que eu acho que interessa.
Tive a oportunidade de ler um pouco do fantástico “Meninas Normais Vão Ao Shopping - Meninas Iradas Vão À Bolsa” da brilhante Andrea Assef e da, competente ao extremo, Mara Luquet.
Na terceira edição do livro elas abordam uma questão muito importante, “Você é normal em relação ao dinheiro?”. Um ponto importante a ser destacado é qual a significação de “normal”, o que assumimos como normal. Tem-se como padrão admitir que o conceito de normalidade em todos os setores é definido pelo comportamento médio da maioria das pessoas. Mas atualmente possuir e ostentar - seja dinheiro ou bens - tornou-se uma obsessão praticamente generalizada, uma compulsão irracional que afeta todo o planeta, dizem as autoras.
Será que o acumulo de bens é fator preponderante para a felicidade das pessoas? Para responder essa pergunta não posso deixar de citar Eduardo Giannetti, o qual tive a oportunidade ímpar de conhecer através da Ibmec. Giannetti em um dos seus livros, Felicidade (Cia.das Letras, 2002), nos mostra através de estudos que acréscimos de renda não se traduzem em ganhos de bem-estar subjetivo – que é como os economistas chamam o sentimento de felicidade. Entre 1975 e 1995, por exemplo, a renda média por habitante nos Estados Unidos aumentou 43% em termos reais, ao passo que o índice médio de felicidade dos americanos não saiu do lugar.
Quando Machado de Assis diz que Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor, ele não passa nem perto de algum fator econômico como decisivo para a conquista do sonhado e quase utópico sentimento.
Vale a pena refletir qual é o valor das coisas, do tempo, e não o preço.
Segue abaixo uma reflexão que foi utilizado na campanha publicitária do Citibank espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors:
Tive a oportunidade de ler um pouco do fantástico “Meninas Normais Vão Ao Shopping - Meninas Iradas Vão À Bolsa” da brilhante Andrea Assef e da, competente ao extremo, Mara Luquet.
Na terceira edição do livro elas abordam uma questão muito importante, “Você é normal em relação ao dinheiro?”. Um ponto importante a ser destacado é qual a significação de “normal”, o que assumimos como normal. Tem-se como padrão admitir que o conceito de normalidade em todos os setores é definido pelo comportamento médio da maioria das pessoas. Mas atualmente possuir e ostentar - seja dinheiro ou bens - tornou-se uma obsessão praticamente generalizada, uma compulsão irracional que afeta todo o planeta, dizem as autoras.
Será que o acumulo de bens é fator preponderante para a felicidade das pessoas? Para responder essa pergunta não posso deixar de citar Eduardo Giannetti, o qual tive a oportunidade ímpar de conhecer através da Ibmec. Giannetti em um dos seus livros, Felicidade (Cia.das Letras, 2002), nos mostra através de estudos que acréscimos de renda não se traduzem em ganhos de bem-estar subjetivo – que é como os economistas chamam o sentimento de felicidade. Entre 1975 e 1995, por exemplo, a renda média por habitante nos Estados Unidos aumentou 43% em termos reais, ao passo que o índice médio de felicidade dos americanos não saiu do lugar.
Quando Machado de Assis diz que Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor, ele não passa nem perto de algum fator econômico como decisivo para a conquista do sonhado e quase utópico sentimento.
Vale a pena refletir qual é o valor das coisas, do tempo, e não o preço.
Segue abaixo uma reflexão que foi utilizado na campanha publicitária do Citibank espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors:
"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
E para terminar:
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."
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Sugestão de leitura.
- Meninas Normais Vão Ao Shopping - Meninas Iradas Vão À Bolsa (Andrea Assef & Mara Luquet / Saraiva)
- Felicidade (Eduardo Giannetti / Cia. Das Letras)
- Dinheiro compra Felicidade? (Luiz Mendes / Mundo Livre – Revista Trip)

É isso aí rapaz! Parabéns! Tem que haver um começo... é assim mesmo. Um grande abraço para vcs todos e fiquem na Paz.
ResponderExcluirErick Evaristo.
Ps.: Não deixem de me seguir lá no meu blog:
www.erickevaristo.blogspot.com
Me da uma força lá. Valeu rapaziada!
EXCELENTE REFLEXÃO!!!Parabéns!
ResponderExcluirTexto maravilhoso... Muito reflexivo! Parabéns.
ResponderExcluirCamila.
Adorei o texto!
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