quarta-feira, 18 de maio de 2011

Estão levando nosso ouro pela janela...



Boa tarde, visitante deste blog. Estarei com vocês à partir de hoje, comentando um pouco (pelo menos uma vez por semana), sobre futebol internacional. Meu principal intuito não é dar notícias em primeira mão, mas, levar fatos curiosos e abordar temas diversificados.

Hoje eu venho falar de um assunto que me deixou bastante reflexivo na semana decorrida. Estava eu conversando com um amigo e me foi perguntado sobre os candidatos ao título nacional. Após pensar por alguns segundos, concluí e respondi que não há como apontar um franco favorito, pois, é extremamente necessário aguardar o fechamento da janela de transferência. Por mais que sejamos o principal celeiro do futebol, dependemos dos senhores feudais do velho mundo, detentores do dinheiro e insuficientes quando o assunto é revelar jogadores. A cada ano, vemos divisões de base mais fracas nos times e seleções européias, reflexo do descaso na formação, influenciado pela facilidade de compra (tanto pelo valor de mercado, quanto às facilidades contratuais propostas pelos clubes formadores) de jogadores brasileiros, argentinos, africanos e países os quais não fornecem condições dignas de trabalho e plano de carreira para nossos futuros craques, aliado também à toda conjuntura econômica do país, onde, um jovem de 15 anos, bom de bola, pode sustentar a família e rumar no sentido contrário de Cabral, para sustentar sua família (aí, acabamos por descobrir brasileiros bons de bola que sequer jogaram um clássico brasileiro, como: Brandão, Kurany, David Luiz, Hulk e tantos outros). E temos que aproveitar, enquanto podemos ver de perto, jóias como: PH Ganso, Neymar, Ciro, Lucas, Danilo e Adryan, por exemplo.
E por fim, estamos fazendo atualmente, o antigo papel dos clubes pequenos brasileiros, os quais, revelavam jogadores, vendiam para os grandes times brasileiros e os recebia de volta pouco antes da aposentadoria. Estamos virando o asilo e centro de reciclagem (na esperança de fazer uma boa temporada e ganhar uma nova oportunidade no velho continente) de nossos meninos que tentam a vida na Europa, não obtendo sucesso ou já tendo idade avançada para correr pelos tapetes europeus.

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